quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A suspeita!

Era uma quinta-feira, o 1º dia de Júbilo da minha igreja (uma festa tipo um congresso), era exatamente dia 01 de Setembro de 2011.
Eu estava empolgada e ansiosa pra chegar logo a noite, pra eu ir ao Júbilo, mas ao mesmo tempo eu tb estava irritada, e de fato, sem motivo. Bastou uma chamada de atenção boba do meu pai no trabalho (sim, além de ser meu pai, é tb meu chefe, rsrsrs) pra eu explodir. Nossa, como foi desnecessário.
Liguei pro Diogo (meu marido, que por sinal tem uma paciência extrema) aos prantos por ter brigado com meu pai. Pedi que ele viesse me buscar. Ele, na maior calma do mundo, foi me buscar mesmo sem entender nada. Pq eh claro que eu não consegui nem ao menos explicar o que estava acontecendo, só chorava... Chorava de soluçar. kkkkkkk... Hilário pensar nisso agora. Me lembro que eu dizia que meu pai não me amava mais, que ninguém me amava mais, que o mundo me odiava. Nossa, realmente eu fiz um drama.

Pra minha surpresa, o Diogo resolveu me levar pra igreja. Disse que lá eu me sentiria melhor. Comecei a brigar com ele tb. Eu não queria ir pra casa, não queria voltar pro trabalho, não queria tb ir pra igreja... Na verdade eu nem sabia se queria ir a algum lugar. Eu só queria sumir, mas como não tinha jeito, achei que o Diogo iria pensar em um lugar pra me levar... Mas ele me levou pra igreja.
Chegando lá ainda era de dia, horário do almoço. Maior correria do mundo, afinal, eram os preparativos pra estréia do Júbilo!
O João nos viu chegar e veio falar com a gente, como eu estava com a maior cara de choro, é claro que ele perguntou o que estava acontecendo. Ah, o João é um super amigo nosso, é um dos líderes dos jovens da nossa igreja. Bom, ele só me disse pra entrar e assistir ao culto da tarde do refrigério. Claro que eu não queria, mas depois de muita insistência, resolvi entrar. Fui assistir o culto e o Diogo foi ajudar na arrumação da igreja.

Quando entrei me deparei com a irmã Beré pregando (é a anciã da nossa igreja, mãe do Bispo, muito sábia e muito usada por Deus). Logo que ela me viu, me chamou e disse que Deus tinha mandado ela me abraçar, que eu só precisava de um abraço e mais nada. Fui correndo receber o abraço dela e chorei muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito!!!! Voltei a me sentir amada. Era o que eu realmente queria: um abraço. Só Deus pra saber disso, até pq nem eu sabia direito o que eu queria ou do que eu precisava, mas Ele sabia.
Daí ele chamou a Rachel pra orar por mim (é uma convidada da igreja, uma americana negra, muito usada por Deus tb, uma profeta e tanto. Ela iria pregar durante todo o Júbilo). Ela orou por mim e depois me disse que Deus estava curando os problemas de relacionamento que eu tinha com meu pai constantemente através de algo que já foi feito. Hum.... Pensei, pensei, pensei e... Não entendi bolhufas! Mas ok. Vindo de Deus, amém, e se é pra curar, amém tb!
Acabou o culto e eu já me sentia bem melhor. Já não estava mais angústiada e chorosa.

A noite chegou e nós voltamos para o início do Júbilo.
Tudo lindo, tudo perfeito, o louvor estava uma benção... A pregação começou e eu comecei a me sentir mal. Fiquei enjoada e meia tonta. Saí do templo várias vezes, fui lá fora, tomei um ar, andava de um lado pro outro, e mesmo a pregação estando ótima, eu não via a hora de acabar, de tão estranha que eu estava me sentindo.
Finalmente acabou e só conversei um pouco com o pessoal e logo fui embora.
A noite tinha chegado ao fim! Graças a Deus! Esse dia não foi nada fácil de passar!

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